Sou Ana do dique e das docas
Da compra, da venda, das trocas de pernas
Dos braços, das bocas, do lixo, dos bichos, das fichas
Sou Ana das loucas
Até amanhã
Sou Ana
Da cama, da cana, fulana, sacana
Sou Ana de Amsterdam
A Ana é azeda
Mas é doce quando é doce
A Ana não existe
Carolina é uma menina bem difícil de esquecer
Andar bonito e um brilho no olhar
É uma mulher consagrada
Carolina
Tem pureza no falar
Carolina
Tem virtude e é honrada
Carolina
Inté mais bonita está
Carolina
Uma rosa nasceu
Todo mundo sambou
Uma estrela caiu
Eu bem que mostrei sorrindo
Pela janela ai que lindo
Mas Carolina não viu
Chora, chora, chora Carolina
Que esse choro é bom de chorar
Canta, canta, canta Carolina
Quando tem vontade de cantar
Ven Carolina vamos a bailar
Este nuevo ritmo
Que te va a encantar
Gente que nunca dançou, Carolina
Nesse dia quis dançar, Carolina
Só por causa do cheirinho, Carolina
Todo mundo tava lá, Carolina
Carol, Carol, Carol, Carol
Carol, Carol, Carol
Lua Lacerda
24/10 – 09:30h