April 22, 2009
Ana. Carolina. Ana Carolina. Carol.

Sou Ana do dique e das docas
Da compra, da venda, das trocas de pernas
Dos braços, das bocas, do lixo, dos bichos, das fichas
Sou Ana das loucas
Até amanhã
Sou Ana
Da cama, da cana, fulana, sacana
Sou Ana de Amsterdam

A Ana é azeda
Mas é doce quando é doce

A Ana não existe

Carolina é uma menina bem difícil de esquecer
Andar bonito e um brilho no olhar

É uma mulher consagrada
Carolina
Tem pureza no falar
Carolina
Tem virtude e é honrada
Carolina
Inté mais bonita está
Carolina

Uma rosa nasceu
Todo mundo sambou
Uma estrela caiu
Eu bem que mostrei sorrindo
Pela janela ai que lindo
Mas Carolina não viu

Chora, chora, chora Carolina
Que esse choro é bom de chorar
Canta, canta, canta Carolina
Quando tem vontade de cantar

Ven Carolina vamos a bailar
Este nuevo ritmo
Que te va a encantar

Gente que nunca dançou, Carolina
Nesse dia quis dançar, Carolina
Só por causa do cheirinho, Carolina
Todo mundo tava lá, Carolina

Carol, Carol, Carol, Carol

Carol, Carol, Carol

Lua Lacerda

24/10 – 09:30h